"A Estória que é uma estória" : Márcia Aleiixo e Arminda Riolo - Fechando o projeto com a comédia infantil
Maria Rubia e Tom Red: Projeto revelou novos talentos
"O Auto da Boa Preguiça" - Alessandra Cruz e Cinthia Camano: Veterenas
O Projeto “A Cidade em Cena”, em 2009, poderia ser resumido como apenas abrir espaço para apresentações teatrais, porém, mostrou-se muito mais. Foi a oportunidade para que a Prefeitura levasse à população espetáculos culturais por meio do reconhecimento do importante trabalho desenvolvido durante treze anos pela Cia. Arteatrando.
Seis espetáculos foram apresentados. “O Auto da Boa Preguiça”, de Ariano Suassuna, “Libertinagem”, de Manuel Bandeira, “A Farsa do Mestre Pierre Pathelin”, uma farsa medieval francesa escrita em 1460 de autoria atribuída a Pierre Blanchet ou a Antoine de La Sale, “Era uma vez, Quatro, Cinco, Seis”, uma junção de contos de Charles Perrault, Irmãos Grimm, Hans Christian Andersen e La Fontaine, e “Cantares das Cores”, uma intervenção performática com poesias de Solano Trindade, em comemoração ao “Dia da Consciência Negra”, no dia 20 de novembro. O projeto finalizou no último dia 31 de janeiro com o espetáculo infantil “A Estória que é uma estória”, livremente inspirado no conto “Chapeuzinho Vermelho”.
“O fator mais importante do projeto não foi a mera expectativa de números, isso mostra o diferencial dessa administração. Claro que a nossa intenção foi de atingir o maior número de pessoas possível, mas a sensibilidade da secretária municipal de esportes e lazer Ana Maria P. S. de Camargo contribuiu para que o foco do projeto fosse de formação de público de teatro. Isto é um processo lento que está sendo construído com muito trabalho e dedicação”, comenta o ator Handré Campos, um dos atores e produtores do empreitada teatral.
Para Mateus Angelo, idealizador do projeto, as reações ocorridas no espetáculo “Era Uma Vez Quatro Cinco Seis”, realizado no dia da criança, surpreenderam. Além do público infantil, jovens se apresentaram pela primeira vez. “O projeto amplia assim seu objetivo. Não apenas trabalha na formação de público, mas também a formação de novos atores para o teatro produzido em nossa cidade” alegra-se.
Em seis meses, o público teve contato com diversas e distintas ações culturais como cordel, bumba-meu-boi, fábulas e contos clássicos da literatura infantil mundial, além de poesia de dois defensores da cultura brasileira, Manuel Bandeira e Solano Trindade.
“Todo o dinheiro arrecado com esse contrato de apresentações com a Prefeitura Municipal de Amparo foi utilizado para a manutenção da infraestrutura de nossa sede. Esperamos firmar no ano de 2010 a continuidade do projeto para que a Casa do Teatro continue a oferecer ao público o drama e o riso”, comenta Alexandre Cruz, diretor artístico.
Matéria escrita pelo jornalista Adilson Jorge
Encontro de Gerações: "Era Uma Vez, quatro, cinco, seis!"
" A Farsa do Mestre Pierre Pathelin" resgatando clássicos: Cleber Donizete e Alexandre Cruz: Farsescos!
Handré Campos em "Cantares das Cores" Celebrando Solano Trindade


































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